Coloque um pouco mais de cor na sua vida!

Apesar deste espaço ser um blog sobre bullying, espero também, aos poucos, mostrar um pouco da minha identidade, um pouco de como sou e como encaro as nuances da vida. Então, pensando nisso, resolvi, neste post, publicar um texto que produzi na minha adolescência.

Escrever para mim foi uma maneira de extravasar o que sentia. Atualmente escrevo muito como forma de entender os períodos turbulentos da minha vida e achar o que há de bom em tudo que passou e que estou passando. Esse texto, apesar de simples, quer transparecer que a mudança depende só da gente, e basta somente colorir um pouco mais a nossa vida para que ela fique mais bonita e prazerosa. Talvez esse texto te inspire a fazer mais arte no seu dia-a-dia. Leia!

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A calça branca

Fazem cinco, seis, quase 10 anos que não uso uma calça diferente. De uns tempos para cá, sempre usei calça jeans azul básica e de vez enquanto uma calça preta, mas não passava disso. Ontem revirando alguns entulhos do meu pai (roupas velhas, bonés, casacos) avistei duas calças branquinhas. Apaixonei!

Quando crianças, nosso mundo é multiplicado de cores, talvez porque vivemos um mundo de fantasias, acreditamos em duendes, Papai Noel, ou talvez porque é o nosso primeiro contato com a realidade e queremos torna-la diferente.

Ao chegarmos à adolescência esperamos novas cores, além daquelas do estojo de lápis de cor. Conhecemos muitas tonalidades, algumas difíceis de enxergar como o primeiro amor, o primeiro beijo, a traição, o medo, as dúvidas…

Após essa fase multicolorida começamos a ver o mundo com outros olhares, e alguns tons fixam no nosso cotidiano: responsabilidade, trabalho, casamento, filhos, futuro, sucesso… Alguns ao verem esta nova aquarela se sentem desnorteadas, depressivas, fora de si. Outros têm a proeza de criar novas cores e novos contornos para a sua vida.

As vezes me pego pensando: Qual seria a minha cor? E é ai que me engano. Eu não tenho uma cor única, dentro de mim moram várias pessoas que me tornam roxo, azul, preto, vermelho, branco, amarelo, verde…

Agora se você está se achando pálido, apático, cinzento, não se culpe por isso, mas reflita… Tente colocar uma cor diferente na sua vida?! Que tal comprar uma calça branca?

“Minha vida em cor de rosa”

Uma família que se ama, que quer estar junta independente das diferenças. Uma casa confusa entre as vontades e escolhas do filho mais novo e os olhos tortos da vizinhança. Como lidar com essa situação? Escolhas, brigas, alegrias, tristezas…  Esses são alguns cenários descritos no filme “Minha vida em cor de rosa”. Uma obra, sob a direção de Alain Berliner, que deixa clara o medo, o preconceito, e as dificuldades de lidar com o diferente.

Ludovic, este é o nome do personagem principal da obra. Ele é um menino que se enxerga como menina e suas vontades, seus sonhos giram em torno desse ideal. Ideal este que bate de frente com os padrões estabelecidos pela sociedade, pela vizinhança que o permeia. Os pais de Ludovic, frente a este contexto,  perdem o norte e ficam neste embate entre o amor que sentem pelo filho caçula, e a pressão sofrida pela sociedade. A primeira medida é tentar consertar o filho, porém todas as tentativas de mudança são em vão. Por fim quem acaba mudando é a família que em uma nova vizinhança passa a enxergar o filho com novos olhares.

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Politicamente correto ou politicamente saudável?

No Brasil e acredito que no mundo está surgindo cada vez mais forte uma “onda” do “politicamente correto” que, segundo o dicionário dos internautas, vulgo Wikipédia, “se refere a uma suposta política que consiste em tornar a linguagem neutra em termos de discriminação e evitar que possa ser ofensiva para certas pessoas ou grupos sociais, como a linguagem e o imaginário racista ou sexista. O politicamente incorreto, por outro lado, é uma forma de expressão que procura externalizar os preconceitos sociais sem receios de nenhuma ordem, funcionando muitas vezes como um eufemismo para discurso de ódio”.

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Uma infância “plus size”

Marília Gabriela recebeu no De Frente com Gabi, exibido no dia 11/04/2012, a modelo e Miss Plus Size Carla Manso. Como uma boa entrevistadora Gabi conseguiu fazer Carla Manso se emocionar ao falar sobre momentos de sua infância, momentos em que foi violentada e como lidava com o bullying. Carla  também relatou como foi lidar com as gordurinhas durante sua vida toda, e como consegue ser uma mulher feliz e realizada apesar de estar acima do peso.

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Simonal: Tributo a Martin Luther King

O preconceito está presente na história humana e é manifestado da pior maneira possível. Muitos morreram em prol da luta por igualdade. Igualdade está ainda utópica, porém não impossível. É nosso direito e devemos exigir respeito, educação independente de onde moramos, classe social, cor de pele ou cabelo. E é isso que o saudosíssimo Simonal buscou fazer.

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Julie antibullying!

Tem um vídeo no youtube que está bombando. Além de receitas e dicas de maquiagem, a fofíssima Julie resolveu falar sobre o tema do nosso blog, BULLYING. O vídeo é muito fofo, e ver uma criança falando sobre os malefícios e a maneira dela encarar o problema é muito bonitinho. Além do mais ela é uma dessas pessoinhas que estão querendo compartilhar o bem, e que está nessa corrente antibullying.

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Antixpbullying está no ar!

Eis aqui o nosso primeiro post. Espero que seja o primeiro de muitos.

É com muita emoção que dou início a este veículo de comunicação. No decorrer desse blog pretendo expor um pouco sobre a minha história de vida, mas principalmente pretendo mostrar a realidade do bullying no nosso país. Como é encarado o Bullying, uma palavra que ganhou fama, e até virou alvo de chacota, mas que representa, infelizmente, um problema muito sério, que se instalou a muito tempo e só agora estão dando atenção.

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